Rastros
"Não tenho nada
Mas tudo que quero se faz presente
Aquecendo minha alma
Alimentando meu dia
Mesmo que meus bolsos continuem vazios...
Meus amores se perdem em meio há multidão.
Alguns dividem sonhos,
Outros apenas deixam o amargo sabor da desilusão.
Sempre me entrego inteira
Sem mirar o abandono.
Sofro... com o coração mudo
Espero o tempo amenizar a dor
Se perdôo ou não... Não paro para analisar
Só não me deixo despencar
No precípicio, que a mente cria, para suicidar a alma.
E assim passo os dias no calendário do meu viver
Uns são desérticos, silenciosos
Outros, imperam ruídos de espectros
Alguns explodem em luz e cores
Mas, todos tem momentos de paz pra renovar a alma!
Apenas me deixo viajar neste comboio pela vida
Onde episódios correm soltos
Por corredores, ora sombrios ora iluminados...
Deixando rastros invisíveis aos olhos de meros mortais!" Autor Desconhecido
domingo, 5 de julho de 2009
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